quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

A conduta de um cristão em Mateus 7

Escrito por Daniela Correa em Vida Prática da Igreja

Mateus capítulo 7 apresenta três assuntos importantes. Ele fala sobre julgamento, perseverança na oração e bons frutos. Estes assuntos não deixam de se interligar. O Senhor ministra que ninguém tem capacidade para julgar. Espiritualmente só pode julgar quem não tem pecado, veja o que o Senhor ensina em João 8 com a história da mulher adúltera: quem não tiver pecado que atire a primeira pedra (v.7). Isso já nos exclui de poder julgar, todos temos pecado. Julgar também é critica elevada. O analisar a vida alheia, seja por um corte de cabelo, seja pela roupa, seja por um comportamento que consideramos inadequado, estamos tomando posição de julgadores. Se assim, fazemos, certamente seremos julgados pelas mesmas coisas que julgamos. 

O Senhor fala sobre perseverança na oração. As muitas atividades diárias, por vezes, servem para nos enfraquecer na fé, fazendo com que abandonemos a perseverança na busca. Certamente, se não tivermos perseverança na busca ao Senhor, seremos julgadores natos. Já ouvi que a oração é o inspirar a palavra. Se não estivermos firmes na rocha diariamente, muito difícil será liberar a expressão de Cristo. O Senhor diz:

Mateus 7:13  Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela.

A última palavra, que encerra este capitulo, é a respeito de frutificar. Dar frutos bons não é sinônimo de realização de muitas obras. O Senhor deixa claro isso quando diz:

Mateus 7:22-23  Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade. 

Estes são todos que achavam que pelo muito fazer seriam “salvos”, mas a salvação é por fé e não por obras (Efésios 2:8-9). Obviamente, o Senhor deixou muitas ordenanças que não mudarão, mas ele não está morto para que não possa nos orientar na localidade que estamos e  nos ensinar o momento certo de agir. Uma coisa é certa, aquele que possuirá o reino dos céus, será o que já vive o reino aqui e que através da perseverança na busca do Senhor, encontrará a reconciliação plena com o Criador ainda nesta era.

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